13/06/2017

Antigo reino da Idade das Trevas é redescoberto na Escócia


Um reino perdido da chamada Idade das Trevas acaba de ser redescoberto por arqueólogos em Trusty’s Hill, um monte que fica em Galloway, na Escócia. No passado distante, na Grã-Bretanha, pouco depois da queda do Império Romano do Ocidente, os bárbaros dominavam a paisagem.

Impérios rapidamente cresceram antes de serem conquistados ou destruídos. Grandes estruturas e glórias arquitetônicas dessa época desapareceram no tempo, mas agora os cientistas encontraram uma fortificação curiosa que pode ter pertencido a um desses povos medievais, os pictos.

Reino de Rheged

Os arqueólogos lançaram um livro, “The Lost Dark Age Kingdom of Rheged”, para contar como foi o processo de descoberta em Trusty’s Hill.

Eles estavam escavando o local como parte do Galloway Picts Project, uma iniciativa que visava estudar as gravuras deixadas em pedras pelos pictos.

Os pesquisadores vasculharam a região das gravuras, eventualmente encontrando a oficina de um ferreiro – que usava prata e ouro – e até mesmo um salão real.

A empresa privada GUARD Archaeology, que liderou a escavação junto com 60 voluntários, afirmou que as ruínas remontam ao ano 600 dC. Eram claramente o centro de um território de propriedade de alguém ou uma família de status incrivelmente alto.

Uma hipótese é de que a fortaleza tenha sido o coração do Reino de Rheged, governado pelo rei Urien.

Hipótese tentadora

A linhagem real de Urien vai tão longe quanto Coel Hen, um governante que alguns consideram ser uma figura mítica.

Sua principal contribuição para a cultura britânica tem sido a poesia épica, que evoca imagens poderosas de um reino que poderia ter incluído grandes faixas do norte da Escócia.

Embora não possa ser absolutamente confirmado que estas ruínas são de fato do Reino de Rheged, a hipótese é promissora. As datas e as evidências até agora se encaixam.

Estrutura grandiosa

Se a fortaleza fosse restaurada a sua glória passada, seria esplendorosa mesmo para os padrões de hoje.

Visitantes precisariam escalar o monte até o ponto onde duas faces de pedra adornadas com esculturas formavam uma entrada simbólica, como um rito literal de passagem. Ao entrar na cúpula, as pessoas podiam ser recebidas com uma vista do salão real na parte mais alta da colina, no lado oeste, onde se realizavam banquetes.

Quanto às gravuras e aos próprios símbolos, eles provavelmente permanecerão um mistério para sempre. Não existe um artefato semelhante a Pedra de Roseta para traduzi-los, e seus segredos provavelmente morreram com os pictos.

Fonte: Hypescience

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