05/09/2013

O Brasil também teve campos de concentração na Segunda guerra Mundial


Olá meus amigos e amigas. Semanas atrás um assunto polêmico indicado pelo amigo Rusmea foi ao ar aqui no blog Noite Sinistra, falo do texto intitulado "Os campos de concentração no Ceará" (clique aqui para recordar). O que me marcou nesse assunto é que pouco sabemos a respeito de capítulos controversos da história do nosso país, e resolvi continuar pesquisando a esse respeito. Assim eu encontrei um texto da Revista Super Interessante, falando de um assunto muito parecido. O texto trata de campos de concentração localizados em território brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial. Nesses campos os "prisioneiros" eram imigrantes alemães, italianos e japoneses. Venha conhecer mais esse capítulo oculto da história verde amarela.

Os campos de concentração brasileiros

Manhã de 2 de março de 1944. Na Estação Experimental de Produção Animal de Pindamonhangaba, uma fazenda no interior de São Paulo, ouviu-se um som que não era comum no local. Era o choro de uma criança nascendo. Mas não uma criança qualquer. O choro era de Carlos Johanes Braak, o único brasileiro nascido em um campo de concentração - e em seu próprio país. Durante a 2ª Guerra Mundial, o Brasil manteve 31 campos de concentração, para onde mandava os cidadãos de países do Eixo - a coligação formada por Itália, Japão e Alemanha. Os pais de Carlos, que eram alemães, estavam entre as centenas de pessoas que viveram esse lado menos cordial da história brasileira. "Era uma fazenda. O estábulo virou um dormitório. Minha mãe ficava numa casa, separada. Foi onde passei os dois primeiros anos da minha vida", lembra Carlos.

O pai de Carlos se chamava August Braak. Sua mãe, Hildegard Lange. Eles partiram de Hamburgo, na Alemanha, em direção à Cidade do Cabo, na África do Sul. Estavam a bordo de um navio chamado Windhuk, no qual August trabalhava como comissário e tesoureiro.

Tripulação do Windhuk
O Windhuk era uma embarcação turística, mas também coletava mercadorias. Quando a 2ª Guerra começou, o navio já estava no continente africano - em Lobito, Angola, recebendo um carregamento de laranjas. O navio não tinha como voltar para a Alemanha em guerra, pois estava sendo perseguido por embarcações inglesas, tampouco poderia seguir para a Africa do Sul. O capitão decidiu fugir para o Brasil. E a embarcação acabou chegando ao Porto de Santos disfarçada de navio japonês, com o nome de Santos Maru, em 7 de dezembro de 1939.

Navio Windhuk
Assim que o navio chegou aqui, ficou evidente que ele não era japonês coisa nenhuma. Mas os alemães foram bem recebidos. August e Hidelgard, bem como os outros 242 tripulantes, viviam em Santos e redondezas. Alguns moravam no próprio barco, outros, em pensões. Todos recebiam salários do governo alemão, e levavam uma boa vida. Em 19 de abril de 1940, os pais de Carlos se casaram numa festa a bordo do navio. Até então o Brasil era neutro, e flertava com Alemanha e EUA para decidir a que lado defender na guerra (clique aqui para acessar o texto "Governo dos EUA planejou invadir o Brasil" e entenda melhor essa situação)

Mas, em 1942, tudo mudou. O Brasil rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo - cujos cidadãos passaram a ser considerados inimigos. "O governo brasileiro precisava fazer isso [criar os campos de concentração] para se alinhar com as estratégias dos Aliados e dos EUA", explica a pesquisadora Priscila Perazzo, autora do livro Prisioneiros da Guerra (Ed. Humanitas). Alguns estrangeiros foram mandados para presídios comuns - como os de Ilha Grande e Ilha das Flores (RJ). Mas a maioria foi para campos de concentração, organizados pelo Ministério da Justiça.

Os pais de Carlos foram parar num desses campos - a fazenda em Pindamonhangaba, onde ficaram confinados 136 alemães do navio Windhuk. Eles foram presos porque seu navio tinha chegado ao Brasil durante a guerra, coisa que o governo interpretou como uma ameaça.

Os prisioneiros não podiam manter suas tradições. Nada de ler livros em alemão, por exemplo. Mas o clima era relativamente tranquilo. Alguns prisioneiros podiam visitar o centro da cidade aos sábados, aonde iam acompanhados pelos guardas. "Era comum os presos chegarem carregando os fuzis dos guardas, que sempre voltavam bêbados", diz Carlos.

Trabalhos forçados

A outra parte da tripulação do navio foi parar no campo de Guaratinguetá - entre eles Horst Judes, também tripulante do Windhuk, que tinha 19 anos. Quando desembarcou em Santos, foi um dos que ficaram vivendo no navio, até ser preso em 1942. No campo de concentração de Guarantinguetá, o tratamento não era tão bom. "Éramos obrigados a trabalhar no campo", conta o alemão, hoje com 87 anos e dono de uma chácara no interior de São Paulo. A rotina no campo de Guarantinguetá era acordar cedo, pegar enxada e picareta e dar duro. Cada prisioneiro levava um número nas costas. "O meu era 17", conta Horst. O café da manhã tinha dois pãezinhos e uma caneca de café. No almoço e no jantar era só arroz com feijão. Às quintas e aos domingos, era dia de macarrão. Mas a comida nem sempre era suficiente, e os prisioneiros dependiam de padrinhos, geralmente alemães livres, que os ajudavam de diversas maneiras. Alemães livres? Sim. A maior parte dos imigrantes não foi presa. Iam para os campos aqueles que chegavam ao Brasil em plena guerra, ou eram suspeitos de espionagem.

Foi graças a esse apadrinhamento que Horst conseguiu sobreviver depois de ser solto, em 1945. "Saímos do campo sem dinheiro nem emprego. Foram os padrinhos que nos ajudaram. O meu era de São Paulo. Trabalhei como mordomo e até como taxista", conta. Como a maioria desses estrangeiros, ele também constituiu uma família brasileira, e diz gostar do país que adotou de maneira forçada.

Na época, o governo brasileiro fazia de tudo para mostrar que os prisioneiros de guerra eram bem tratados - o que nem sempre era verdade. O tempo de internamento variava. Houve pessoas que ficaram 3 anos presas, mas outras conseguiam ser libertadas mais cedo. Também é difícil definir exatamente o número de presos que foram mandados para os campos de concentração brasileiros entre 1942 e 1945, pois os registros são vagos. Mas existe uma documentação que revela nomes e, em alguns campos, o número exato de prisioneiros que passaram por lá. Os registros comprovam que a maioria era de alemães, seguidos de japoneses em bem menor número, italianos e um ou outro austríaco.

Juventude Hitlerista

Poucas pessoas foram tão afetadas com o internamento nos campos quanto Ingrid Helga Koster, cujas memórias registrou no livro Ingrid, uma História de Exílios (Ed. Sagüi). Nascida no Paraná, ela se tornou órfã de pai com apenas 1 ano de idade. Quando tinha 5 anos, sua mãe se casou novamente, com um alemão. Seu padrasto, Karl von Schültze, tinha migrado para o Brasil em 1920, para fugir da crise que castigava a Alemanha depois da 1a Guerra Mundial. Schültze chegou aqui e, junto com outros estrangeiros, começou a trabalhar em uma empresa alemã, a AEG, fazendo instalações elétricas em vários lugares do país. Ele se casou com a mãe de Ingrid no início dos anos 30, em Rio Negro, no Paraná. Pouco depois a família, já com duas outras filhas, se mudou para Joinville, em Santa Catarina, cidade dominada pela cultura alemã. Ingrid se lembra de ouvir no rádio um novo chanceler que assumira o poder na Alemanha, cujo carisma a deixava emocionada. "Eu ficava arrepiada. Ele sabia falar com o povo. Nós não imaginávamos o que estava acontecendo", conta Ingrid. O tal chanceler era Hitler.

Ingrid Koster
Então começou a guerra, e o padrasto de Ingrid pressentiu que as coisas ficariam ruins. Ele proibiu, mais de uma vez, que Ingrid se unisse ao movimento Juventude Hitlerista que existia em Joinville. Na Alemanha, esse grupo foi criado para reunir e doutrinar ideologicamente os jovens de 6 a 18 anos. No Brasil, o grupo assumiu um tom mais brando - servia principalmente como ponto de encontro para os imigrantes alemães. Mas o Karl Ingrid não quis nem saber. E também queimou todos os livros em alemão que tinha em casa. Entre eles o famoso Mein Kampf (Minha Luta), de Hitler.

Karl von Schültze
Até que, em 1942, a polícia bateu à porta. "Eles chegaram procurando pelo meu padrasto, o levaram e ficamos dias sem notícias. Até que chegou um comunicado dizendo que ele estava preso aqui em Joinville", lembra ela, que depois de algum tempo passou a levar marmitas para seu pai no Hospital Oscar Schneider, adaptado como campo de concentração à época. O governo brasileiro acreditava que Karl fosse um espião nazista. Por isso, o regime de confinamento dele era rígido. Nos dois meses em que ficou em Joinville, nenhum familiar pode visitá-lo. A marmita era entregue aos guardas. Até que certo dia, quando Ingrid foi levar a comida, lhe avisaram que seu pai não estava mais lá: tinha sido transferido para o Presídio da Ilha das Flores, no Rio de Janeiro. "Nosso dinheiro acabou e tivemos que voltar para o Paraná, viver do jeito que dava", diz Ingrid. "Nossa casa era apedrejada, pichavam a suástica nos muros. Nós éramos o inimigo."

Ingrid, sua mãe e seu padrasto
Daí em diante, ela só pôde visitar o padrasto uma vez por ano - no Natal. Quando a guerra acabou, Karl foi libertado por falta de provas. Mas seu chefe na AEG, Albrecht Gustav Engels, acabou condenado a 8 anos de prisão por fazer espionagem nazista. "Meu pai nunca falou sobre os tempos em que ficou preso. Mas acredito que tenha sofrido muito, inclusive tortura, porque antes era uma pessoa alegre e depois se tornou calado, triste", conta Ingrid. Ela chegou a perguntar antes de o padrasto morrer, em 1966, se ele realmente espionara. Karl deu uma resposta vaga, e disse apenas que não foi condenado. Então ele era mesmo um espião nazista? "Até hoje não tenho certeza", admite Ingrid.

Mesmo tendo passado por sofrimentos e humilhações, os prisioneiros alemães não quiseram deixar o Brasil depois da guerra. Como o padrasto de Ingrid. "Quando eu perguntava se ele não gostaria de voltar, ele dizia que, apesar de tudo, agora era brasileiro."

Os principais campos de detenção: 

1. Tomé-Açú (PA)
A 200 km de Belém. Recebeu alemães e japoneses.
2. Chã de Estêvão (PE)
Abrigou empregados alemães da Cia Paulista de Tecidos (hoje conhecida como Casas Pernambucanas).
3. Ilha das Flores (RJ)
Nessa cadeia, prisioneiros de guerra foram misturados com detentos comuns - uma violação das leis internacionais.
4. Pouso Alegre (MG)
O campo de Pouso Alegre reunia presos militares: os 62 marinheiros do navio Anneleise Essberger.
5. Guaratinguetá e Pindamonhangaba (SP)
Fazendas que pertenciam ao governo e foram adaptadas para receber alemães. 
6. Oscar Schneider (SC)
Hospital transformado em colônia penal.

Oscar Schneider (SC)
Campo de Tomé-Açú (PA)


Algumas pessoas poderão dizer que os prisioneiros daqui deveriam ter merecido o tratamento que era dado aos judeus na Europa, como forma de punição pelo que foi feito no velho continente, principalmente pelos alemães, durante a guerra. Eu não concordo muito com tal prática, afinal muitas das pessoas presas aqui no Brasil eram inocentes, tal como as pessoas torturadas na guerra, e não eram merecedoras de maus tratos por apenas serem de uma nacionalidade ou outra, sem contar que muitas pessoas presas eram descendentes de imigrantes. Nem sempre podemos culpar o povo pelos atos cometidos por seus líderes durante as guerras, e geralmente o preço das derrotas militares é pago pelo povo, seja com sangue, com suor e humilhação. Mas todas as opiniões são válidas, desde que fundamentadas e respeitando a opinião do próximo.



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13 Comentários
Comentários
13 comentários:

  1. Impressionante...

    Eu sabia que existiram campos de concentração no Brasil, na Segunda Guerra...
    Mas esses detalhes me surpreenderam!

    Abrax

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    1. Como o amigo deve saber...esses campos não foram exclusividades brasileiras...em outros países ao redor do mundo houveram campos de reclusão destinados a imigrantes alemães, italianos e japoneses...

      Forte abraço manolo...

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  2. meu avo,que era militar,teve q salvar um amigo dele nessa epoca,escondeu ele na fazenda pq tinham tentado linchar o coitado,e o cara era JUDEU ALEMAO.as pessoas pensavam q ele era nazista pq ele havia chegado a pouco tempo no pais,e so falava alemao.o cara fugiu do hitler e quase foi linchado aqui no brasil.

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  3. oi , recuperei minha seenhaa :D (de novo ㄱ.ㄱ) então , é o seguinte . . . ou o governo brasileiro não usou nem 1% de raciocinio , ou eles queriam fazer uma média pros Estados Unidos , pois é muito lógico que civis alemães , italianos e japoneses tenham vindo a um país neutro (na época) para fugir da guerra , no máximo , se não fossem civis , tentar trazer o Brasil ao lado deles (que não foi o caso , ja que viveram 2 anos e não negociaram com o governo) , o Eixo deveria ser muito burro (ou não) pra mandar espiões até aqui , o que tem pra espionar aqui que eu ainda não sei o.O ? mas também brasileiro é uma comédia , aquela parte que Carlos conta que os soldados levavam prisioneiros pro centro da cidade e depois os próprios prisioneiros levavam os fuzis dos guardas de volta porque ficavam bêbados . . . será que só eu dei uma gargalhada lendo isso ? mas assim . . . essa época realmente foi terrivel e ainda querem guerrear mais nos dias de hoje , é assustador o que o ser humano faz por poder , parece uma guerra sem fim , e pelo visto não haverá vencedores no final :-/

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    1. Grande Djalma...o amigo deve guardar melhor as senhas hein...rsrsrssr

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  4. fala nando beleza , o blog ta cada dia melhor... fico impressionado e chocado com as atrosidade cometidas no nosso país!!! AS: Diego

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  5. fala nando beleza , o blog ta cada dia melhor... fico impressionado e chocado com as atrosidade cometidas no nosso país!!! AS: Diego

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  6. Eita eita, quando o assunto é explorar, derramar suor e até sangue de gente inocente..o Brasil é a escolha. Lamentável!!

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  7. Galera...talvez eu não tenha me expressado bem ao final do texto, ou não expressado toda minha opinião. No Brasil os campos de concentração serviram de prisões, e como o texto mesmo deixa claro, em muitos casos os "prisioneiros" foram muito bem tratados (o exemplo citado pelo amigo Djalma foi perfeito). O Brasil possui uma grande colônia alemã, italiana e japonesa em regiões como o sul do Brasil (eu por exemplo, sou descendente de austríacos), e muitas dessas pessoas ainda possuíam, naquela época, vínculos com parentes em países "inimigos". Tendo em vista que principalmente a Alemanha aproximava relações com Argentina e houveram casos de espiões alemães presos no Paraguai, eu até compreendo a atitude do governo brasileiro em retirar do convívio social certos grupos. É claro que atitudes como essa costumam prejudicar algumas pessoas, mas o governo temia, com razão, a existência de espiões.

    Quando, ao final do texto, menciono que "Algumas pessoas poderão dizer que os prisioneiros daqui deveriam ter merecido o tratamento que era dado aos judeus na Europa." Deixo bem claro que as pessoas presas aqui não foram presas com a finalidade de serem exterminadas como aconteceu na Europa, apesar de terem havido casos de maus tratos...e defendo que esse extermínio jamais deveria acontecer...

    Houveram casos de erros por parte do governo brasileiro, e certamente houveram acertos nas medidas adotadas...mas lembrem-se de uma coisa, tudo isso só aconteceu por causa de uma coisa maldita que destrói vidas, arruína famílias e consome as esperanças, essa coisa maldita leva o nome de guerra.

    A história das guerras é contada pelos vencedores, mas isso nem sempre significa que os vencedores foram bonzinhos e o perdedores os vilões malvados do inferno como vemos em filmes...

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    Respostas
    1. vc se expressou muitro bem,a guerra e isso mesmo,quanto a historia ser escrita pelos vencedores,um exemplo;a batalha mais antiga de que se tem registros e a batalha de kadesh,entre os egipcios e os hititas,os arqueologos encontraram registros feitos pelos dois lados e a versao egipcia e completamente diferente da hitita,kkk,ate hoje ninguem sabe qual e a verdadeira.quanto a wwII,a gente sempre ouve falar sobre as atocidades dos nazis,que por sinal foram muitas,mas raramente ouve falar sobre p ex.o massacre de civis alemaes em dresden,o massacre de oficiais poloneses pelos russos na floresta de katyn,etc...abç.

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  8. bom , na minha humilde opinião , o senhor se expressou perfeitamente , mas agora eu entendi melhor essa preocupação sobre espionagem naquela época , mas como você disse , um povo não pode sofrer as consequências dos atos de seus governantes , assim como eu disse que civis que vieram aqui e estiveram uns 2 ou 3 anos longe do governo vivendo de maneira humilde (como o caso da garotinha Ingrid e seu padrasto) como eles poderiam ter espionado ? Mas é dificil entender , na verdade é fácil , mas o ser humano complica demais as coisas dando outros motivos que não fazem sentido , porque . . . um exemplo , os alemães fizeram aquela barbaridade com os judeus dizendo que eles foram os culpados pela Alemanha ter se afundado econômicamente , entre outras acusações (que na verdade só queriam alguém a quem culpar) e tudo isso por causa da guerra , como você mesmo expressou perfeitamente , reforçando , o senhor expressou perfeitamente como a 2 guerra mundial afetou os países da america do sul ao meu ver (espero que meu comentario não tenha ficado confuso)

    abraço manolo :)

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  10. graças até um certo bom senso, aqui no Brasil não foram usados os mesmos métodos que foram usados contra os alemães, japoneses, e italianos, que foram usados contra os judeus, ciganos, homossexuais e doente mentais nos países ocupados pelos nazistas, pois os nazistas embora fossem alemães nem todos os alemães eram nazistas assim como nem todos italianos eram fascistas...Seria como dizer que todos os brasileiros sã petistas....nosso pais o meu país, o meu Brasil recebeu meu pais libanês fugido de ....uma guerra recebeu meus avós italianos antes da guerra, recebeu japoneses, recebe até hoje judeus, árabes, franceses, norte americanos, ciganos ,poloneses, russos o mundo inteiro, meu pai falava que aqui era o melhor lugar do mundo o paraíso na terra onde todos podiam viver em paz, e que isso seja eterno. espero que jamais venhamos pensar em ter um campo de concentração neste país não mais...mas espero de coração que venhamos em limpar o país de uma corja de CORRUPTOS que não tem nacionalidade nenhuma pois crápulas que roubam o seu povo não tem e nem podem serem chamados de seres humanos.......
    E graças a guerra já se foi e todas estas nacionalidades que para cá rumaram, ajudaram e ajudam assim como todos os brasileiros do sul do norte do leste e do oeste em construir um país maravilhoso.....EU SOU SIM BRASILEIRO E ESTE É O MEU PAÍS......

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